1. Procurar qualquer da Vara de Infância e Juventude. Não é necessário advogado;
  2. O interessado é encaminhado à equipe técnica da Vara da Infância e Juventude – formada por psicólogos e assistentes sociais – e recebe orientações sobre a documentação pessoal a ser apresentada;
  3. Aprovada a documentação, o interessado é inscrito no curso preparatório para adoção;
  4. A equipe técnica faz um relatório sobre a futura família, que é entregue ao Ministério Público, e, depois, ao juiz da Vara da Infância e Juventude;
  5. Cabe ao juiz a decisão final sobre o candidato. Se estiver habilitado, é registrado no Cadastro Nacional de Adoção.
  6. A equipe técnica verifica se há crianças ou adolescentes disponíveis para adoção que correspondam ao perfil desejado pelo candidato cadastrado. Quanto menos exigências forem feitas, mais rápida será esta fase;
  7. Se o candidato concordar com a sugestão da equipe técnica, a futura família entra na fase de se conhecer. Na unidade de acolhimento, a criança ou adolescente começa a ser preparada para o primeiro contato com o pai ou com a mãe;
  8. Com acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais, o candidato conhece a criança ou adolescente gradativamente. Primeiro, vê de longe. Depois, dentro de um grupo. Após algumas visitas, leva para passear. Mais tarde, para dormir na casa da família;
  9. Se tudo der certo, a futura família recebe a guarda da criança ou adolescente para um período de convivência. Após relatório da equipe técnica, a adoção é formalizada e a criança ou adolescente passa a ter todos os direitos de um filho biológico.

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